Em CDI, o que conhecíamos que se f é diferenciável em a⇔ existe h→0limhf(a+h)−f(a) (ou seja, f′(a))
No entanto, isto não está definido para dim>1 (por causa do quociente), logo esta noção tem de ser reformulada para migrar para dim>1.
Por exemplo, o quociente (1,1)1 não está definido.
Temos, então, de reformular a noção de derivada para a migrar para dim>1.
e chegar à conclusão que a variação da função, quando passa de a para a+h, é a menor de o(h), dada pela derivada.
Como é que é dada pela variável? f e a estão fixos, h é a variável.
Então, f′(a)h é uma transformação linear1 em h.
Com esta reformulação, a derivada já migra para dim>1.
Então, agora a definição de derivada é a existência desta transformação linear.
De facto, sempre foi, mas em dim=1 era mais relevante a interpretação geométrica da derivada.
Distância
Distância de x a y, d(x,y), é em CDI 1, d(x,y)=∣x−y∣
f(x,y)=x2+y2=((x−0)2+(y−0)2)2=(d((x,y),(0,0)))2, isto é, o quadrado da distância do ponto à origem.
g(x,y)=x2+y2=(x+0)2+(y+0)2=d((x,y),(0,0)), isto é, a distância do ponto à origem.
h(x,y)=x2−2x+1+y2=(x−1)2+(y+0)2=((x−1)2+(y+0)2)2=(d((x,y),(1,0)))2,
isto é, o quadrado da distância do ponto a (1,0).
h(x,y)=x2−2x+1+y2=(x−1)2+(y+0)2=(x−1)2+(y+0)2=d((x,y),(1,0)),
isto é, distância do ponto a (1,0).
i(x,y)=x2−2x+y2−2y=x2−2x+1+y2−2y+1−2=(x−1)2+(y−1)2−2==((x−1)2+(y−1)2)2−2=(d((x,y),(1,1)))2−2
isto é, a subtração de 2 ao quadrado da distância do ponto a (1,1).